A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil foi fundada na noite de 31 de julho de 1903, por um grupo de sete pastores e três presbíteros, que deixaram o sínodo da então Igreja Presbiteriana do Brasil. Foram liderados por Rev. Carlos Eduardo Pereira, para formarem a "Egreja Presbyteriana Independente Brazileira" (ortografia da época). No dia seguinte organizaram-se oficialmente como "Presbitério Independente". Os outros seis pastores fundadores foram: - Alfredo Borges Teixeira - Bento Ferraz - Caetano Nogueira Jr. - Ernesto Luis de Oliveira - Vicente Themudo Lessa
A Igreja de Eduardo Carlos Pereira envolveu-se verdadeiramente com a questão que os afligia, o fato de não existir uma preparação adequada para os pastores, a Igreja precisava de pastores que fossem preparados de acordo com o contexto do povo brasileiro, o que não acontecia até então. Em 1898 com a publicação de artigos em "O Estandarte" sobre a incompatibilidade entre a maçonaria e fé cristã aumentou a divergência entre este grupo e a Igreja Presbiteriana do Brasil, levando a separação e a criação da IPIB - Igreja Presbiteriana Independente do Brasil.
A IPIB nos dias de hoje, é muito conhecida pela força do seu trabalho leigo, (trabalho realizado por membros discentes da Igreja). O trabalho leigo se divide em segmentos, como Ação Social e Secretária da Família. O trabalho de ação social é hoje o que conhecemos como trabalho diaconal, que dá assistência a comunidade em geral, membros e não membros da Igreja, como realização de projetos das Igrejas locais, como doação de cestas básicas a famílias carentes e etc. O trabalho da Secretaria da Família é realizado entre Adultos com a Coordenadoria Nacional de Adultos, Jovens com a União da Mocidade Presbiteriana Independente, Adolescentes e Crianças,como realizações de congressos, acampamentos, para comunhão, educação e discipulado da Igreja em nível local, regional e nacional.
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